Arquivos Serial Killers: Made in Brazil
Após o sucesso do seu primeiro livro, Ilana Casoy dedicou-se a uma pesquisa rigorosa para investigar os serial killers brasileiros, no que viria a ser o primeiro livro do gênero dedicado aos assassinos em série do Brasil. Foram cinco anos de pesquisas, visitas a arquivos públicos, manicômios e penitenciárias, além de entrevistas cara a cara com personificações do mal em terras tupiniquins, para compor um inquietante roteiro com rigor investigativo de como, por quê e com que métodos os serial killers brasileiros atuam.
Em Made in Brazil, Casoy relata sete casos de serial killers brasileiros, três dos quais ela entrevistou pessoalmente: Marcelo Costa de Andrade, o vampiro de Niterói, um dos casos e depoimentos mais chocantes do currículo da autora; Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho; e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador. Um relato cruel feito pelos próprios assassinos, conduzido com maestria por quem entende do assunto, que procura guiar o leitor pela sinuosa mente de pessoas frias e com movimentos mais que premeditados para o mal. Além deles, a autora se debruça sobre a vida e os crimes de José Augusto do Amaral (Preto Amaral), Febronio Índio do Brasil, Benedito Moreira de Carvalho (Monstro de Guaianases) e José Paz Bezerra (Monstro do Morumbi).
Em Made in Brazil, Casoy relata sete casos de serial killers brasileiros, três dos quais ela entrevistou pessoalmente: Marcelo Costa de Andrade, o vampiro de Niterói, um dos casos e depoimentos mais chocantes do currículo da autora; Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho; e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador. Um relato cruel feito pelos próprios assassinos, conduzido com maestria por quem entende do assunto, que procura guiar o leitor pela sinuosa mente de pessoas frias e com movimentos mais que premeditados para o mal. Além deles, a autora se debruça sobre a vida e os crimes de José Augusto do Amaral (Preto Amaral), Febronio Índio do Brasil, Benedito Moreira de Carvalho (Monstro de Guaianases) e José Paz Bezerra (Monstro do Morumbi).
Acredito que não é mais segredo de ninguém que eu sou apaixonada pela temática dos serial killers, já falei por diversas vezes aqui no blog, então CLARO que eu não deixei passar a oportunidade de ter esse livro em mãos.
Já namorei ele por muitos anos, principalmente depois de ler "Serial Killer: Louco ou Cruel" (desde antes de ser publicado pela darkside e sim pela editora WVC) e posso dizer que valeu esperar. Que edição maravilhosa. Cheia de fotos, fatos, cartas, respiráveis, crânios e bem organizado. Preciso reler Louco ou cruel nessa edição pra ontem 😍.
No livro encontramos 7 casos: Petro Amaral, Febrônio Índio, Monstro de Guaianases, Chico Picadinho, Monstro do Morumbi (meu deus que caso!), Vampiro de Niterói e Pedrinho Matador. E depois encontramos anexos dos casos como artigos, laudos clínicos, entrevistas com advogados e exames psiquiátricos.
Acho que de todos, o meu caso "favorito" (se é que é possível chamar assim) foi o de "Chico picadinho". As suas colocações são impressionantes, conhecedor de Nietzsche, Freud (inclusive fez análises do seu próprio comportamento com termos da psicanálise), Dostóievski (fez um paralelo entre ele e o personagem de Crime e Castigo) entre outros pensadores. Fica longe de qualquer estereótipo de criminoso do tipo que vemos em filmes.
Melhor caso do livro.
Mas, o que falar do horripilante "Monstro do Morumbi"? Uau.
Sou super fã da Ilana Casoy e não canso de dizer, adoro o seu jeito de abordar o assunto sem ser estereotipada, tendenciosa ou até mesmo caricata. Ela sempre nos trás informações pertinentes sobre o caso e sempre dá o espaço para a parte psicológica (o que eu amo). Quando li o "Louco ou cruel" alguns anos atrás ela já tinha ganhado o meu coração. Com este, sou oficialmente uma fã de carteirinha.
Recomendadíssimo para os fãs do estilo, para os curiosos e também para quem quer conhecer mais sobre crimes aqui no Brasil. Afinal, é muito comum descartarem o serial killer brasileiro, o colocando em um lugar de "mais um" criminoso. Então, conhecimento nunca é demais, apesar de querer que o livro fosse um pouco maior (senti falta de alguns casos) esta foi uma (mais uma) experiência incrível.
Já namorei ele por muitos anos, principalmente depois de ler "Serial Killer: Louco ou Cruel" (desde antes de ser publicado pela darkside e sim pela editora WVC) e posso dizer que valeu esperar. Que edição maravilhosa. Cheia de fotos, fatos, cartas, respiráveis, crânios e bem organizado. Preciso reler Louco ou cruel nessa edição pra ontem 😍.
No livro encontramos 7 casos: Petro Amaral, Febrônio Índio, Monstro de Guaianases, Chico Picadinho, Monstro do Morumbi (meu deus que caso!), Vampiro de Niterói e Pedrinho Matador. E depois encontramos anexos dos casos como artigos, laudos clínicos, entrevistas com advogados e exames psiquiátricos.
Acho que de todos, o meu caso "favorito" (se é que é possível chamar assim) foi o de "Chico picadinho". As suas colocações são impressionantes, conhecedor de Nietzsche, Freud (inclusive fez análises do seu próprio comportamento com termos da psicanálise), Dostóievski (fez um paralelo entre ele e o personagem de Crime e Castigo) entre outros pensadores. Fica longe de qualquer estereótipo de criminoso do tipo que vemos em filmes.
Melhor caso do livro.
Mas, o que falar do horripilante "Monstro do Morumbi"? Uau.
Sou super fã da Ilana Casoy e não canso de dizer, adoro o seu jeito de abordar o assunto sem ser estereotipada, tendenciosa ou até mesmo caricata. Ela sempre nos trás informações pertinentes sobre o caso e sempre dá o espaço para a parte psicológica (o que eu amo). Quando li o "Louco ou cruel" alguns anos atrás ela já tinha ganhado o meu coração. Com este, sou oficialmente uma fã de carteirinha.
Recomendadíssimo para os fãs do estilo, para os curiosos e também para quem quer conhecer mais sobre crimes aqui no Brasil. Afinal, é muito comum descartarem o serial killer brasileiro, o colocando em um lugar de "mais um" criminoso. Então, conhecimento nunca é demais, apesar de querer que o livro fosse um pouco maior (senti falta de alguns casos) esta foi uma (mais uma) experiência incrível.

























